Celebração da antiga Deusa celta Boan a “Senhora das Vacas Brancas”, padroeira do Rio Boyne, na Irlanda e protetora das artes, da inspiração e da fertilidade. Segundo a lenda, havia uma fonte mágica na cabeceira do rio Boyne, onde cresciam nove aveleiras encantadas, cujos frutos conferiam o dom do conhecimento. As avelãs maduras caiam no rio, onde eram comidas pelo salmão, a mais sabia entre todas as criaturas da mitologia celta. Todas as deusas eram proibidas de se aproximar da fonte, mas Boann tentou chegar perto, o rio enfurecido saiu de seu leito e ameaçou afogar Boann. Ela se salvou e o rio não pode voltar atrás levando assim os dons da sabedoria a todas as pessoas
O conto mais famoso de Boann e sobre o seu amor por Dagda, o bom deus da floresta. O amor era reciproco, portanto ambos tinham seus companheiros.
Fui numa noite do Sabbat de Samhain quando os véus entre os mundos estavam mais finos que eles tiveram sua noite de amor. Boann ficou gravida e Dagda e a fim de esconder a gravidez de sua amada pega uma harpa magica e envolve todos em uma espiral. Apesar disso, Boann com medo de Nuana, companheira de Dagda resolver ter seu filho no mundo das fadas.
Apesar de no mundo dos deuses nove meses terem se passado no mundo dos homens somente 1 se passou.
Assim Boann deu a luz a Angus, deus sempre jovem. O destino tinha marcado esta criança para grandes coisas. Ele se tornaria um curandeiro de almas, o deus do amor e da poesia e do êxtase.
Um grupo de musica tem o seu nome Boann homenageando esta deusa.
Conhece-os:
http://www.youtube.com/watch?v=n2Kv3z5S9t0&feature=related
"Sou filha do Sol, trazida pelo vento. Sou verdadeira Bruxa por dentro. Bruxa nascida do fogo, meu espirito é soberano. Sou a transformação, a destruição e também sou a criação. Vivo com liberdade, criatividade e lealdade. Assim vão me encontrar. E se procurarem bem no fundo da fogueira, lareira ou de uma vela Os meus olhos vão achar na chama daquilo que queima o meu espirito, estará lá. Mas logo vos aviso, se mau intencionado estás, não procurarás"
Rosângela Amaral
04 outubro 2012
02 outubro 2012
A importância do circulo
O circulo é o mais antigo e sagrado símbolo. Vários mitos da cosmogênese mencionam o útero primordial, o ovo cósmico, o ventre da terra e a roda sagrada.
Os povos antigos reverenciavam o circulo como a representação da unidade e da perfeição da fonte criadora.
As culturas matrifocais ou tribais construíam suas casas e templos com formas redondas ou em semiesféricas.
O circulo é representado em um ritual para mudar a nossa forma pensamento linear e recriar a dimensão magica de um “espaço entre mundos”. Além disso, o circulo é a forma perfeita por ser igualitário, perfeito, seguro, harmônico e sem um começo e sem um fim.
A forma circular mais famosa e conhecida no mundo moderno foi a távola redonda do Rei Arthur.
Com o proposito de mostrar aos homens que todos são iguais ele conscientemente ou inconscientemente reverenciou a Deusa e o ovo cósmico.
Hoje é possível conhecer a távola redonda na Ingletarra. Após Arthur usa-la por anos ela sofreu modificações artísticas quando Henrique VIII inseriu sua imagem na mesa.
Sentavam-se à mesa junto de Arthur 46 cavaleiros, contudo a mesa não é grande como se espera o que forma um circulo de homens sem brechas fortalecendo os pensamentos e discussões que diante da mesa eram discutidos.
Os povos antigos reverenciavam o circulo como a representação da unidade e da perfeição da fonte criadora.
As culturas matrifocais ou tribais construíam suas casas e templos com formas redondas ou em semiesféricas.
O circulo é representado em um ritual para mudar a nossa forma pensamento linear e recriar a dimensão magica de um “espaço entre mundos”. Além disso, o circulo é a forma perfeita por ser igualitário, perfeito, seguro, harmônico e sem um começo e sem um fim.
A forma circular mais famosa e conhecida no mundo moderno foi a távola redonda do Rei Arthur.
Com o proposito de mostrar aos homens que todos são iguais ele conscientemente ou inconscientemente reverenciou a Deusa e o ovo cósmico.
Hoje é possível conhecer a távola redonda na Ingletarra. Após Arthur usa-la por anos ela sofreu modificações artísticas quando Henrique VIII inseriu sua imagem na mesa.
Sentavam-se à mesa junto de Arthur 46 cavaleiros, contudo a mesa não é grande como se espera o que forma um circulo de homens sem brechas fortalecendo os pensamentos e discussões que diante da mesa eram discutidos.
01 outubro 2012
Frida Kahlo
Fidra Kahlo foi uma das maiores artistas mexicanas. Ela nasceu em 1907 numa pequena cidade próxima da Cidade do México. A casa onde nasceu e cresceu era conhecida como a casa azul e após a sua morte virou um museu destinado a suas obras e história.
Seu pai era alemão e tinha ido para o México com sua primeira esposa quando dia 19 anos. Sua primeira esposa faleceu dando a luz a seu segundo filho. Matilde, sua mãe era de origem indígena e foi a segunda esposa do seu pai. Com ele Matilde teve 4 filhas sendo Frida a terceira.
Desde pequena Frida dizia que cresceu num mundo cheio de mulheres.
Em seu histórico de vida ela contraiu diversas doenças, lesões e um grave acidente.
Aos 18 anos ela sofreu um acidente onde o bonde que trafegava chocou-se com um trem. Além disso, um para-choque de um veículo perfurou-lhe as costas atravessando a pélvis e saindo pela vagina. Frida ficou muitos meses entre a vida e a morte no hospital, teve que operar diversas partes e reconstruir por inteiro seu corpo, que estava todo perfurado. Tal acidente obrigou-a a usar coletes ortopédicos de diversos materiais.
Aos 22 anos ela casa-se com Diego Rivera. Teve um casamento tumultuado visto que ambos tinham temperamentos fortes e casos extraconjugais. Apesar de ter engravidado varias vezes em todas elas perdera o bebê por conta do acidente que sofrera com o bonde.
Tentou se matar diversas vezes por diversas questões emocionais mas veio a faleceu por uma forte pneumonia. Diego Rivera descreveu em sua autobiografia que o dia da morte de Frida foi o mais trágico dia de sua vida.
Sua carreira como artista começou tardiamente, mas não com menos esplendor. Seu pai tinha a pintura como passatempo, mas ela não se interessava pela mesma. Só se interessou quando sofreu o acidente de bonde que começou a pintar seus coletes de gesso.
A peça foi intitulada como “a coluna partida”
Ela aprendeu gravura, desenho e modelagem seguindo sua obra de forma autêntica.
Quer conhecer mais sobre essa mulher incrível?
Veja o filme sobre ela...
http://www.youtube.com/watch?v=lt8zzlavPGM&playnext=1&list=PLCC8F645CA8C5592D&feature=results_video
Seu pai era alemão e tinha ido para o México com sua primeira esposa quando dia 19 anos. Sua primeira esposa faleceu dando a luz a seu segundo filho. Matilde, sua mãe era de origem indígena e foi a segunda esposa do seu pai. Com ele Matilde teve 4 filhas sendo Frida a terceira.
Desde pequena Frida dizia que cresceu num mundo cheio de mulheres.
Em seu histórico de vida ela contraiu diversas doenças, lesões e um grave acidente.
Aos 18 anos ela sofreu um acidente onde o bonde que trafegava chocou-se com um trem. Além disso, um para-choque de um veículo perfurou-lhe as costas atravessando a pélvis e saindo pela vagina. Frida ficou muitos meses entre a vida e a morte no hospital, teve que operar diversas partes e reconstruir por inteiro seu corpo, que estava todo perfurado. Tal acidente obrigou-a a usar coletes ortopédicos de diversos materiais.
Aos 22 anos ela casa-se com Diego Rivera. Teve um casamento tumultuado visto que ambos tinham temperamentos fortes e casos extraconjugais. Apesar de ter engravidado varias vezes em todas elas perdera o bebê por conta do acidente que sofrera com o bonde.
Tentou se matar diversas vezes por diversas questões emocionais mas veio a faleceu por uma forte pneumonia. Diego Rivera descreveu em sua autobiografia que o dia da morte de Frida foi o mais trágico dia de sua vida.
Sua carreira como artista começou tardiamente, mas não com menos esplendor. Seu pai tinha a pintura como passatempo, mas ela não se interessava pela mesma. Só se interessou quando sofreu o acidente de bonde que começou a pintar seus coletes de gesso.
A peça foi intitulada como “a coluna partida”
Ela aprendeu gravura, desenho e modelagem seguindo sua obra de forma autêntica.
Quer conhecer mais sobre essa mulher incrível?
Veja o filme sobre ela...
http://www.youtube.com/watch?v=lt8zzlavPGM&playnext=1&list=PLCC8F645CA8C5592D&feature=results_video
05 setembro 2012
Celebração do dia
Comemoração da deusa Bereginy, um grupo de deusas eslavas da fertilidade, das florestas e dos animais selvagens. Eram representadas metade mulher, metade animais (ursos, lobos, pássaros ou peixes). Seu culto era feito nas floresta de bétulas, perto dos rios ou dos lagos, reservado exclusivamente às mulheres.
No Brasil, os índios Camayurá reverenciam Noitu, a mãe do Sol Kuat e da Lua Yai, protetora dos animais selvagens, aparecendo em forma de onça.
Celebração Nanda Devan, na Índia, e deus da prosperidade e da boa sorte. Filho de Shiva e Parvati, Ganesha tinha um corpo rechochudo e cabeça de elefante. Era considerado o padroeiro da literatura, sendo invocado pelos estudantes, que lhe ofertavam frutas e bolos de arroz no inicio do ano escolar e as vésperas das provas.
No Brasil, os índios Camayurá reverenciam Noitu, a mãe do Sol Kuat e da Lua Yai, protetora dos animais selvagens, aparecendo em forma de onça.
Celebração Nanda Devan, na Índia, e deus da prosperidade e da boa sorte. Filho de Shiva e Parvati, Ganesha tinha um corpo rechochudo e cabeça de elefante. Era considerado o padroeiro da literatura, sendo invocado pelos estudantes, que lhe ofertavam frutas e bolos de arroz no inicio do ano escolar e as vésperas das provas.
31 agosto 2012
A Lua que não é Azul
É chamada de Lua Azul, por ser a 2ª Lua Cheia dentro do mesmo mês por que a primeira ocorreu no primeiro dia do mês, dando uma diferença de 29,53 dias entre uma e outra, ideal para o fenômeno ocorrer.
Esse nome surgiu a partir do anuário astronômico americano do século XIX, quando um astrônomo deu o nome de Blue Moon para a segunda lua cheia que aconteceria em um mesmo mês. O nome, portanto, não está relacionado diretamente à cor do corpo celeste.
Existem alguns registros raros onde a coloração do nosso satélite foi realmente alterada. Um desses registros remonta aos anos de 1883, quando uma violenta erupção no vulcão Krakatoa, na Ilha de Java, Indonésia, lançou ao espaço milhões de toneladas de gases e poeira, fazendo com que a Lua, quando observada próxima ao horizonte, fosse vista em tons azulados. De acordo com os relatos, isso durou aproximadamente dois anos e foi testemunhado em todo o planeta.
Em 1951, um grande incêndio nas florestas canadenses produziu o mesmo efeito que o Krakatoa, mas só pôde ser observado na América do Norte.
Por isso, nós Bruxos vamos comemorar apenas a Lua Cheia, pois a Lua nunca ficará realmente Azul.
É um momento fantástico para trabalhar o eu interior, a religiosidade, a intuição e potencializar os poderes psíquicos.
Favorece ainda a prosperidade, o amor e a abundância como um todo.
A Lua exerce incrível influência sobre nós uma vez que nosso corpo é constituído 70% de água e, essa influência atua no corpo emocional.
Esse nome surgiu a partir do anuário astronômico americano do século XIX, quando um astrônomo deu o nome de Blue Moon para a segunda lua cheia que aconteceria em um mesmo mês. O nome, portanto, não está relacionado diretamente à cor do corpo celeste.
Existem alguns registros raros onde a coloração do nosso satélite foi realmente alterada. Um desses registros remonta aos anos de 1883, quando uma violenta erupção no vulcão Krakatoa, na Ilha de Java, Indonésia, lançou ao espaço milhões de toneladas de gases e poeira, fazendo com que a Lua, quando observada próxima ao horizonte, fosse vista em tons azulados. De acordo com os relatos, isso durou aproximadamente dois anos e foi testemunhado em todo o planeta.
Em 1951, um grande incêndio nas florestas canadenses produziu o mesmo efeito que o Krakatoa, mas só pôde ser observado na América do Norte.
Por isso, nós Bruxos vamos comemorar apenas a Lua Cheia, pois a Lua nunca ficará realmente Azul.
É um momento fantástico para trabalhar o eu interior, a religiosidade, a intuição e potencializar os poderes psíquicos.
Favorece ainda a prosperidade, o amor e a abundância como um todo.
A Lua exerce incrível influência sobre nós uma vez que nosso corpo é constituído 70% de água e, essa influência atua no corpo emocional.
09 agosto 2012
Celebração do dia
Vinália Rustica, festival romano do vinho dedicado a Vênus. Nesta noite, a deusa do amor e da beleza era reverenciada com cantos, danças, louvações e rituais.
O culto a Vêsnus é bem mais antigo que as celebrações romanas. Conhecida na Grécia como Afrodite ou "A que nasceu da espuma do mar", ela era uma antiga Deusa Mãe da Ásia, juntamente com Inanna e Ishtar, detentora de todas as manifestações do poder absoluto do amor. Após sucessivas adaptações, sua manifestação ficou restrita aos atributos da beleza, prazer e sensualidade.
Nos paises celtas e nordicos as equivalentes de Afrodite eram Ailinn, Aine, Blodewedd, Branwen, Deirdre, Emer, Epona, Fand, Freyja, Frigga, Hnossa, Ingeborg, Lofu, Lofua, Minne, Sjofn e Ygerna.
O culto a Vêsnus é bem mais antigo que as celebrações romanas. Conhecida na Grécia como Afrodite ou "A que nasceu da espuma do mar", ela era uma antiga Deusa Mãe da Ásia, juntamente com Inanna e Ishtar, detentora de todas as manifestações do poder absoluto do amor. Após sucessivas adaptações, sua manifestação ficou restrita aos atributos da beleza, prazer e sensualidade.
Nos paises celtas e nordicos as equivalentes de Afrodite eram Ailinn, Aine, Blodewedd, Branwen, Deirdre, Emer, Epona, Fand, Freyja, Frigga, Hnossa, Ingeborg, Lofu, Lofua, Minne, Sjofn e Ygerna.
07 agosto 2012
Celebração do dia
Celebração chinesa da deusa lunar Chang O. Segundo a lenda mais recente, Chang O costumava viver na Terra, juntamente com o seu marido, um famosos caçador. Para recompensar sua destreza, os Deuses decidiram lhe oferecer a bebida da imortalidade, mas Chang O bebeu-a sozinha, sem querer compartilhá-la. Envergonhada, fugiu e escondeu-se na lua, onde vive até hoje com uma lebre.Um mito mais antigo, no entanto,descreve Chang O como uma guardiã do elixir da imortalidade. Seu marido, o caçador, com ciumes desse monopólio mágico, tentou rouba-la . Enfurecida, ela abandonou-o, indo morar na Lua, de onde cuida das mulheres, vigiando para que estas não deixem seus maridos "roubarem" seu poder.
Neste dia, na antiga Ibéria, reverenciava-se Lur, a Mãe Terra, criadora do Sol, da Lua e de toda a vida. Um de seus aspectos era Ekhi, a deusa solar, cujos raios dissipavam todos os males.
Festival celta Tan Hill comemorando, com fogueiras e danças rituais, Teinne ou Tan, o poder do fogo sagrado. Homenageava-se Triduana, uma antiga deusa do fogo , precursora da deusa Brighid
"Abertura de Nilo", antigo festival anual egpicio em louvor às deusas Hathor e Nut, abencoando as águas do Nilo para que fertilizassem a terra
Adônia, cerimonia na Grécia lembrando a morte de Adonis.
Dia dedicado à consciencia de Gaia, meditação global em beneficio da Terra
Neste dia, na antiga Ibéria, reverenciava-se Lur, a Mãe Terra, criadora do Sol, da Lua e de toda a vida. Um de seus aspectos era Ekhi, a deusa solar, cujos raios dissipavam todos os males.
Festival celta Tan Hill comemorando, com fogueiras e danças rituais, Teinne ou Tan, o poder do fogo sagrado. Homenageava-se Triduana, uma antiga deusa do fogo , precursora da deusa Brighid
"Abertura de Nilo", antigo festival anual egpicio em louvor às deusas Hathor e Nut, abencoando as águas do Nilo para que fertilizassem a terra
Adônia, cerimonia na Grécia lembrando a morte de Adonis.
Dia dedicado à consciencia de Gaia, meditação global em beneficio da Terra
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